Apenas uma jovem nadando em um mar de pensamentos, sentimentos e confusões.
Aquela sensação de não ter ou não se encaixar em lugar nenhum, em nenhum abraço, em nenhum coração, em nenhum grupinho de amigos… Eu nenhum planeta.
“Vou deitar Pensar Pensar Pensar Planejar Ter saudade de você e quem sabe, com sorte, eu durmo.”— Caio Augusto Leite.
(via decifrardores)
teu descaso me quebra ao meio.
eu queria que você gostasse de estar comigo, como eu gosto de estar com você.
(via livrario)
(via murmurios)
“Admito que sou o tipo de pessoa que se apega muito fácil sabe? Me proporcione bons momentos que me terá sempre disposto e ansioso por eles novamente. Mas não se engane pela facilidade de gostar de alguém, pois o tão rápido que sou pra me apegar, sou o dobro pra me desapegar. Hoje em dia, gostar de alguém parece que traz as pessoas uma repulsa imediata. Se você gosta, não dá atenção, não demonstra, ignora e se distancia, achando que o certo é a outra pessoa mostrar interesse e correr atrás (não deixa de ser meio hipócrita né?). Mas o problema continua não sendo esse, o problema vem quando a pessoa mostra interesse também! (Por mais incrível que pareça), o problema vem quando ela corre atrás, quando ela tenta, quando ela se importa, e você continua não demonstrando nada em troca. Me perdoa amigo(a), mas nesse ponto, você tá sendo um pouco babaquinha, e de um jeito nada pomposo. Deixa pra ser frio no túmulo meu, demonstre carinho, dê atenção, e no menor sinal de amor, seja recíproco. Evolução pra mente humana é poesia, então se deixe poesiar com todo o amor que lhe é dado!”— Guilherme Gomes.
(via decifrardores)
“Os sentimentos precisam ser leves e naturais, não adianta querer se esforçar tanto para agradar o outro. Sentimento bom é aquele que acontece por sintonia e não por obrigação.”— Giulia S.
(via decifrardores)
(via jachegamos)
Eu não era igual. Ou pelo menos não era igual a maioria. As pessoas faziam de seus destinos algo que elas mesmas planejavam, e eu não era assim, eu aceitava o que tinha de vir. Agonizando, chorando, me despedaçando dentro de mim, gritando mesmo sabendo que ninguém podia me ouvir. E realmente nunca quis me me ouvissem, pois eu sabia que suas opiniões medíocres, de como é sofrer sem ser a vítima do sofrimento poderia me deixar ainda pior. Eu nunca fui de sentar na beira da mesa dos professores, mas eu sempre dei muito ouvidos ao que eles tinham a nos dizer. E eu nunca conversei com minha mãe sobre o que eu queria ser, eu só a ouvia de longe, falar sobre os engenheiros, médicos e empresários. Sempre observei tudo muito de longe. Talvez por isso eu seja essa porra solitária. Eu nunca dividi com nenhum deles que eu queria ser como uma brisa, que vai onde o vento leva. Que eu queria estar num lugar qualquer com minha taça de bebida barata e escrever, escrever, e vomitar tudo aquilo que nunca, jamais concordariam comigo. Eu nunca tive tanta certeza das coisas, só de uma, eu não queria ser um desses infelizes sentados numa mesa empilhada de papéis.
Luna, 1996.
(via perfeita--estranha)
(via permita-florescer)